terça-feira, 28 de julho de 2009

Procura-se um emprego

Sabe quando você assiste àqueles filmes de ação em que o mocinho tem um tempo certo pra salvar o mundo, e aí o tempo vai acabando e aí todo mundo acha que não vai dar certo e aí tudo acontece de uma vez e aí você fica ansioso também e aí você perde a respiração e aí acabam as unhas das suas mãos? Bom, acho que é assim que eu ando me sentindo.

Mas calma que isso acontece somente porque eu entrei na reta final pra terminar minha graduação em jornalismo. Não que isso signifique muita coisa depois que o Congresso enfiou os diplomas nos vocês-sabem-onde dos jornalistas, mas pra mim ainda é “a minha época de faculdade” (com direito a coro de fundo e efeitos luminosos).

Bom, tenho que admitir que essa aflição toda também só acontece porque eu sou ansioso. E impaciente. E desempregado. Sim, eu sou várias coisas mesmo. Mas agora eu simplesmente não consigo mais esperar pelo futuro que me aguarda. Só que também não tenho condições de antecipá-lo. O que fazer então? Oh shit! (retomando o filme de ação...)

Bom, ainda bem que tenho o meu querido Trabalho de Conclusão de Curso, companheiro de todas as horas, pra ocupar o meu tempo. E já que não tenho absolutamente nenhum indício sobre o que me aguarda, resta-me então curtir os momentos não é mesmo? Sendo assim, garçom, me vê mais um chopp aí...

domingo, 5 de julho de 2009

E solta o som!

Eu já tinha ouvido falar sobre terapia musical, mas nunca liguei muito pra isso porque achava que era mais uma dessas estratégias enganosas pra fazer a gente gastar o dinheiro que não tem. Mas em uma dessas rotineiras crises de estresse a que todos os seres humanos adultos e ativos estão sujeitos, senti na pele (e nos ouvidos) o poder que as musicas têm sobre o nosso organismo.
Não é atoa que essa é uma das práticas culturais mais antigas da civilização humana, afinal, a música pode ter diferentes finalidades, como a artística, a educacional, a terapêutica, e até mesmo para simbolizar rituais, como os religiosos. O interessante é que tudo isso se explica por um simples fator: as ondas cerebrais.
Isso mesmo! As ondas que traduzem o funcionamento do cérebro (e que os pesquisadores tentam fazer comandar objetos e aparelhos eletrônicos), também são encontradas nas músicas. Sendo assim, acredita-se haver uma interferência na atividade cerebral quando a frequencia da música é compatível com a do cérebro.
Explicando melhor, as ondas cerebrais podem ser classificadas em Alfa, Beta, Gama e Teta, sendo Beta o estado normal de consciência, Alfa onde há concentração ou relaxamento, Teta a passagem para a inconsciência e Gama a inconsciência total. Dessa forma, cada indivíduo possui seu próprio padrão de ondas, de acordo com sua personalidade.
Na música isso se reflete no gosto de cada um, afinal, é por isso que nos sentimos bem quando ouvimos nosso som preferido. Isso ocorre porque há um sincronismo entre as ondas cerebrais e musicais, que provocam o relaxamento. Pode ser também a explicação para o estado de êxtase de alguns cantores e fãs durante os shows, que pode ser descrito como um tipo de catarse.
Para os que quiserem fazer um teste com as músicas, recomendo as Quatro Estações, de Vivaldi. Nelas é possível sentir a intensidade do verão, a sobriedade do outono, a melancolia do inverno, e a alegria e a vida da primavera. Bom, depois de tudo isso, só o que nos resta concluir é: diga-me o que ouves e eu te direi como és. Boa música pra vocês...

O que será que o segundo bebê está ounvindo?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Eu quero o meu diploma sim!

Após tanto ouvir, ler e ver pessoas discutindo sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, sinto-me no dever de me manifestar sobre tão importante acontecimento. Reparem no tom solene com que vos dirijo, que demonstra a minha intensa preocupação com o acontecimento, e também o meu mais profundo respeito para com as mentes brilhantes que aprovaram tal feito.
Agora, falando sério, acho importante destacar alguns pontos desse circo que armaram sobre nossas cabeças. É extremamente importante avaliarmos de forma imparcial os dois lados da situação, para, finalmente, chegarmos à conclusão de que o diploma de Jornalismo é sim importante.
Primeiramente, como distinguir jornalismo e liberdade de expressão? A resposta é simples: durante meu curso de graduação e Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, conclui que a atividade jornalística é apenas uma ferramenta pela qual podemos exercitar a liberdade de expressão. Esta, por sua vez, representa um conceito mais amplo, que assegura um direito de todo e qualquer cidadão.
Agora eu lhes pergunto: de onde tiraram que a obrigatoriedade do diploma fere o princípio da liberdade de expressão? Com certeza essas pessoas bem informadas ainda não foram apresentadas aos Blogs, ao You Tube, ou ao Twitter, ou a qualquer outro veículo de produção independente e até mesmo opinativa.
Para surpresa alguns, porém, não de todos, aviso aos dinossauros que ainda defendem a não obrigatoriedade do diploma, que as redações dos jornais impressos não representam mais a luta contra a repressão, e nem mesmo servem de quartel general anti-governo. Hoje em dia, a imprensa está assumindo um novo papel na ordem social, e a informação não pertence mais exclusivamente a ela.
Só para esclarecer um pouco mais sobre o que estou falando, as novas mídias permitem que qualquer pessoa exponha suas opiniões e transmita conhecimento. Sendo assim, o jornalista deve possuir muito mais do que a simples habilidade de escrever: tem que saber como lidar com o público, como entender as novas plataformas de comunicação e, principalmente, como se adaptar a uma sociedade em que a evolução é constante.
Infelizmente, acho que os dinossauros aos quais me referi não entendem do que estou falando. Talvez devessem cursar uma faculdade para se atualizar e, quem sabe, conseguir um diplomazinho qualquer no final.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Crescendo

Um dia a gente percebe que a vida é feita de momentos. As brincadeiras de criança, as festinhas com os amigos, os namorinhos de adolescente, os frios na barriga, o primeiro beijo, o primeiro sexo, são momentos que ficam na nossa lembrança e marcam cada etapa de nossa vida.

Aí nós descobrimos que os momentos que já se foram não voltam mais. Os brinquedos já não são tão atrativos, os amigos e as festas já não são os mesmos, os namoros já não são mais adolescentes, e os frios na barriga se tornam preocupações de adultos. A vida já não é mais tão surpreendente como antes.

Nesse momento, já possuímos objetivos, e eles se tornam mais importantes do que qualquer coisa. Uma carreira se torna a principal preocupação de quem quer ser considerado um adulto respeitável.

Só espero, do fundo do meu coração, que essa vida que está começando não me impeça de sentir novamente a felicidade de ganhar um brinquedo novo, a ansiedade de um primeiro beijo, a diversão de uma festinha improvisada com os amigos, a beleza de uma amizade sincera, a paixão e as descobertas de um primeiro amor...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Noite de inverno

E a noite termina. Nem mesmo a gripe que chegou junto com o inverno consegue frear a vontade de curtir a vida. Ela, no máximo, transforma alguns reais que seriam gastos com bebida em poupança, pra serem gastos com bebida, lógico, num outro dia, quando os antiinflamatórios e antibióticos não mais estiverem atrapalhando.

E a noite termina. Chego à conclusão de que isso sim é uma vida feliz! Bons amigos, festas bacanas, nada nem ninguém pra controlar as vontades, nem guiar os pensamentos. Ninguém, apenas eu.

E a noite termina. Sozinho, preparo um chocolate quente para tentar me esquentar um pouco. Já debaixo do edredom, reparo como o cheiro da bebida se mistura com o da solidão. Continua frio.

E a noite termina. Percebo que tenho liberdade para atuar conforme meu próprio roteiro, mas não há platéia alguma para aplaudir. O chocolate e o edredom vão esquentar somente a mim nesta noite fria.

E a noite termina. E como já diziam os Engenheiros: “Pensei que era liberdade, mas na verdade era só solidão...”

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Macho Alfa

As mulheres adoram alegar que nós, homens, somos todos iguais. Balela! É lógico que não somos todos iguais! A começar pela aparência, existem homens para todos os gostos: altos, baixos, magros, gordos, fracos, fortes, loiros, negros, morenos, mulatos, ruivos, orientais... Há os que gostam de balada, os que preferem barzinhos ou até mesmo os que gostam de ficar em casa e cozinhar. Há os que almejam crescer na vida e há os que ainda não sabem que um dia todos têm que trabalhar.

O problema maior, e é aí que as mulheres se encaixam, é que todos eles, independente de estilo de vida, aparência ou religião, têm uma necessidade em comum: a de ser o macho alfa. Bom, não necessariamente temos que ser o macho alfa em tudo, mas é essencial que sejamos na hora da conquista. Devemos ser o homem desapegado, descontraído, conquistador e amante viril. É algo que já nasce dentro de nós, que é reforçado pela sociedade e que irá guiar as atitudes que tomarmos durante toda a nossa vida.

Só para constar, ‘macho alfa’ é um conceito da biologia que designa o líder de um grupo de animais de ordem superior como no caso dos primatas. O macho alfa tem força, habilidade para caça, facilidade para tomar decisões, personalidade marcante e bravura. Este, senhoras e senhores, é o estereótipo de homem que todos buscam e sonham, seja nós, homens, que tentamos desesperadamente ser assim, seja as mulheres, que desejam desesperadamente um parceiro assim, ou mesmo nossas famílias, que esperam que nós, homens, sejamos assim.

No fim das contas, o homem pode ser gentil, cavalheiro, prendado e todas as outras características que fariam as mulheres suspirarem de amor e paixão, mas isso de nada adianta se ele também não for um macho alfa, viril e masculino, capaz de fazê-las perderem o próprio juízo. O que para elas é ‘descaso masculino’, é para nós um símbolo de virilidade, e ao mesmo tempo em que as deixam irritadas, também as deixam impressionadas e apaixonadas. E que venham as críticas femininas...


Um exemplo de Macho Alfa: seu nome é Bond, James Bond...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Algo que todos devem saber

Sobre o amor, de Ferreira Gullar - As cem melhores crônicas brasileiras

[...] "Às vezes o sonho vem, baixa das nuvens em fogo e pousa aos teus pés um candelabro cintilante. Dura uma tarde? Uma semana? Um mês? Pode durar um ano, dois até, desde que as dificuldades sejam de proporção suficiente para manter vivo o desafio e não tão duras que acovardem os amantes. Para isso, o fundamental é saber que tudo vai acabar. O verdadeiro amor é suicida. O amor, para atingir a ignição máxima, a entrega total, deve estar condenado: a consciência da precariedade da relação possibilita mergulhar nela de corpo e alma, vivê-la em quanto morre e morrê-la enquanto vive, como numa desvairada montanha-russa, até que, de repente, acaba. E é necessário que acabe como começou, de golpe, cortado rente na carne, entre soluços, querendo e não querendo que acabe, pois o espírito humano não suporta tanta realidade, como falou um poeta maior. E enxugados os olhos, aberta a janela, lá estão as mesmas nuvens rolando lentas e sem barulho pelo céu de anjos. O alivio se confunde com o vazio, e você agora prefere morrer.

A barra é pesada. Quem conheceu o delírio dificilmente se habitua à antiga banalidade. Foi Gogol, no Inspetor Geral, quem captou a decepção desse despertar. O falso inspetor mergulhara na fascinante impostura que lhe possibilitou uma vida de sonho: homenagens, bajulações, dinheiro e até o amor da mulher e da filha do prefeito. Eis senão quando chega o criado, trazendo-lhe o chapéu e o capote ordinário, signos da sua vida real, e lhe diz que esta na hora de ir pois o verdadeiro inspetor esta para chegar. Ele se assusta: mas então está tudo acabado? Não era verdade o sonho? E assim é: a mais delirante paixão, terminada, deixa esse sabor de impostura na boca, como se a felicidade não pudesse ser verdade. E no entanto o foi, e tanto que é impossível continuar vivendo agora, sem ela, normalmente. Ou, como diz Chico Buarque: sofrendo normalmente.

Evaporado o Fantasma, reaparece em sua banal realidade o guarda-roupa, a cômoda, a camisa usada na cadeira, os chinelos. E tudo impregnado da ausência do sonho, que agora é uma agulha escondida em cada objeto, e te fere, inesperadamente, quando abres a gaveta, o livro. E te fere não porque ali esteja o sonho ainda, mas exatamente porque já não está: esteve. Sais para o trabalho, que é preciso esquecer, afundar no dia-a-dia, na rotina do dia, tolerar o passar das horas, a conversa burra, o cafezinho, as noticias do jornal. Edifícios, ruas, avenidas, lojas, cinema, aeroportos, ônibus, carrocinhas de sorvete: o mundo é um incomensurável amontoado de inutilidades. E de repente o taxi que te leva por uma rua onde a memória do sonho paira como perfume. Que fazer? Desviar-se dessas ruas, ocultar os objetos ou, pelo contrario, expor-se a tudo, sofrer tudo de uma vez e habituar-se? Mais dia menos dia toda a lembrança se apaga e te surpreendes gargalhando, a vida vibrando outra vez, nova, na garganta, sem culpa nem desculpa. E chegas a pensar: quantas manhãs como esta perdi burramente! O amor é uma doença como outra qualquer.

E é verdade. Uma doença ou pelo menos uma anormalidade. Como pode acontecer que, subitamente, num mundo cheio de pessoas, alguém meta na cabeça que só existe fulano ou fulana, que é impossível viver sem essa pessoa? E reparando bem, tirando o rosto que era lindo, o corpo não era lá essas coisas... Na cama era regular, mas no papo um saco, e mentia, dizia tolices, e pensar que quase morro!

Isso dizes agora, comendo um bife com fritas diante do espetáculo vesperal dos cúmulos e nimbos. Em paz com a vida. Ou não."

domingo, 19 de abril de 2009

Morrer, viver, renascer

Uma das coisas que mais assusta a maioria das pessoas é a morte. Talvez por isso mesmo é que esta seja uma situação tão difícil de aceitar. A morte é sombria e enigmática, mas ao mesmo tempo em que simboliza o fim, também significa o início de uma nova etapa, não só para quem se foi, como também para todos que ficam.

É realmente difícil aceitarmos que de uma hora para outra alguém que participou da nossa vida nunca mais poderá fazê-lo novamente. Somos impotentes, porque esta é a única coisa para a qual não conseguimos encontrar solução. Ao invés disso, temos a incumbência de aceitar, e apenas isso.

Mas geralmente acontece muito mais do que apenas aceitar o fato, afinal, é neste momento que as pessoas demonstram o seu lado mais humano. A sensibilidade e a emoção conseguem atingir até o mais duro dos corações, e não há quem não se fragilize diante dessa etapa da vida.

As pequenas coisas, que antes nem mesmo eram percebidas, saltam-nos aos sentidos e nos fazem evoluir. O amor por quem se foi se torna tão intenso que muitas vezes sentimos a culpa por não tê-lo percebido dessa maneira a tempo de demonstrá-lo.

A morte nos prepara e ensina uma preciosa lição sobre como lidar com a vida e suas surpresas. E assim tornamo-nos mais sensíveis, mais intensos, eu diria ainda, mais vivos.

domingo, 22 de março de 2009

Criticar e construir

Não é para menos que os jornalistas recebem o carinhoso apelido de abutres. Afinal, nos últimos tempos os veículos de comunicação parecem ter adotado a desgraça alheia como sendo o assunto de maior relevância para o interesse público.

É a celebridade que acabou com sua vida por causa das drogas; o político que desviou centos milhões de dólares do dinheiro público; a morte trágica de alguma pessoa alegre, carinhosa e querida por todos... Definitivamente, quando assisto a um telejornal tenho a sensação de que tudo está perdido e que não há mais salvação para a humanidade.

Nesse viés ainda hoje teve início uma série no Fantástico, da Rede Globo, sobre os efeitos do aquecimento global no Brasil. Eu já estava preparado para mais uma enxurrada de problemas que condenariam a existência humana, mas, para minha surpresa, me deparei com uma matéria muito diferente das que estamos acostumados a ver por aí. Desta vez o foco foram as soluções!

Eles não se limitaram a criticar e criticar, mas se preocuparam também em mostrar alternativas de solução para o problema que estão sendo adotadas no Brasil e no mundo. Afinal, se a intenção é realmente que a população mude seus hábitos, acredito que o melhor a fazer seja apresentar alternativas viáveis e jamais deixar transparecer a idéia de que tudo está perdido.

Vale a pena ressaltar que isso não é mascarar o problema. É apenas encará-los com uma visão construtiva e progressista. É fazer com que as pessoas sintam que ainda há uma chance e que elas podem contribuir para isso! Criticar realmente é bem fácil, mas só isso não costuma resolver muita coisa...

quarta-feira, 11 de março de 2009

Troque um parlamentar por 344 professores

Hoje recebi um email que achei deprimente. Claro que a situaçao que vocês vão ver é algo com que nós nos deparamos todos os dias, mas mesmo estando careca de saber que as coisas são assim, não há como não ficar indignado!

Aí vai o texto para refletirmos um pouco:

"Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00 Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social.

Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro! Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545. Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões. Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !

Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:

'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.

Obrigado !!"


Não sei se o fato é verídico ou se os números são precisos mas, conhecendo a atual conjuntura política deste país, bom, acho melhor terminar por aqui...